Já que estamos nos aproximando do Dia das Mães e considerando que há mulheres que desejam tanto ter filhos, mas por um motivo ou outro não conseguem engravidar, gostaria de compartilhar com vocês um caso que aconteceu comigo.
No ano de 2003 foi diagnosticado que eu tinha um cisto em cada ovário e teria que fazer cirurgia para retirá-los. Faltava pouco para o final do ano e eu pretendia esperar as férias escolares para viajar até a cidade onde meu pai morava e então realizar o procedimento. No entanto, precisei ir às pressas para o hospital com dores horríveis e lá os médicos não sabiam certo o que fazer... Meu pai assinou um termo de responsabilidade e me levou para minha cidade natal. Chegando lá, fui imediatamente para o centro cirúrgico e, passado o efeito da anestesia, fui informada de que meus dois ovários haviam sido retirados. Segundo os médicos, fora por pouco que salvaram minha vida. Eu estava com 25 anos e foi um choque saber dessa notícia. Aos poucos fui me adaptando à idéia de não poder gerar um filho, mas devido às circunstâncias, me contava feliz por estar viva. Além disso, sempre pensei em adotar uma criança e, a partir daquele momento essa certeza ficou ainda maior.
O tempo passou, conheci meu marido e logo contei a ele que não poderia ter filhos, na mesma hora ele disse que não havia problemas, que quando chegasse o momento nós adotaríamos. No início de 2007 comecei a sentir dores abdominais e fiquei apreensiva, achando que novas complicações viriam. Fiz um ultrassom e para minha surpresa estava grávida de pouco mais de 2 meses! Foi a maior emoção da minha vida escutar aquele coraçãozinho batendo e foi impossível conter as lágrimas de agradecimento a Deus. Fui correndo contar para meu marido que começou a telefonar para a família e os amigos contando a novidade.
Tive uma gravidez super tranqüila e nosso Saulo foi se formando cercado de muito amor. Hoje ele está com 1 ano e 7 meses, é um menino lindo, risonho, carinhoso e que preenche nossos dias de felicidade.
De acordo com exames mais recentes, constatou-se que eu tenho um pedacinho do ovário esquerdo funcionando perfeitamente. Ainda não sabemos se teremos outro filho com a nossa carga genética, mas provavelmente adotaremos um no futuro.
No ano de 2003 foi diagnosticado que eu tinha um cisto em cada ovário e teria que fazer cirurgia para retirá-los. Faltava pouco para o final do ano e eu pretendia esperar as férias escolares para viajar até a cidade onde meu pai morava e então realizar o procedimento. No entanto, precisei ir às pressas para o hospital com dores horríveis e lá os médicos não sabiam certo o que fazer... Meu pai assinou um termo de responsabilidade e me levou para minha cidade natal. Chegando lá, fui imediatamente para o centro cirúrgico e, passado o efeito da anestesia, fui informada de que meus dois ovários haviam sido retirados. Segundo os médicos, fora por pouco que salvaram minha vida. Eu estava com 25 anos e foi um choque saber dessa notícia. Aos poucos fui me adaptando à idéia de não poder gerar um filho, mas devido às circunstâncias, me contava feliz por estar viva. Além disso, sempre pensei em adotar uma criança e, a partir daquele momento essa certeza ficou ainda maior.
O tempo passou, conheci meu marido e logo contei a ele que não poderia ter filhos, na mesma hora ele disse que não havia problemas, que quando chegasse o momento nós adotaríamos. No início de 2007 comecei a sentir dores abdominais e fiquei apreensiva, achando que novas complicações viriam. Fiz um ultrassom e para minha surpresa estava grávida de pouco mais de 2 meses! Foi a maior emoção da minha vida escutar aquele coraçãozinho batendo e foi impossível conter as lágrimas de agradecimento a Deus. Fui correndo contar para meu marido que começou a telefonar para a família e os amigos contando a novidade.
Tive uma gravidez super tranqüila e nosso Saulo foi se formando cercado de muito amor. Hoje ele está com 1 ano e 7 meses, é um menino lindo, risonho, carinhoso e que preenche nossos dias de felicidade.
De acordo com exames mais recentes, constatou-se que eu tenho um pedacinho do ovário esquerdo funcionando perfeitamente. Ainda não sabemos se teremos outro filho com a nossa carga genética, mas provavelmente adotaremos um no futuro.