quarta-feira, 25 de março de 2009

Sexo do bebê: teste poderá ser comprado em farmácia.

Soube hoje de uma novidade para aquelas mamães ansiosas por saber o sexo do seu bebê. A partir do mês de maio deste ano estará disponível nas farmácias um teste que poderá ser realizado em casa e, em 10 minutos, saber se o bebê é menino ou menina. O teste poderá ser feito a partir da décima semana de gestação e, de acordo com o fabricante, há 90% de precisão.
O procedimento é simples: basta coletar a primeira urina da manhã e colocá-la no copo de teste, após 10 minutos o indicador de cor marcará laranja se for menina e verde se for menino.
Segundo o distribuidor no Brasil, o produto chegará ao mercado custando em torno de R$260,00 e está sendo apresentado na Abradilan Farma, evento realizado de 25 (hoje) a 27 de março em Florianópolis.

Obs. Texto elaborado com base em notícia veiculada no Jornal do Almoço do GrupoRBS de Santa Catarina, afiliada da Rede Globo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Puxa vida!!!

Hoje cheguei em casa pensativa e um tanto indignada. Como ainda tem pais que dirigem com seus filhos no colo (ainda nenês), ou mesmo, os levam no banco do carona no colo de alguém? Cena essa que não é algo incomum, pelo contrário, é muito comum... as vezes me parece que a maioria dos pais agem dessa forma. Ainda se nada acontecesse... mas infelizmente as tragédias acontecem quase que diariamente.
Nós pais, devemos zelar pelos nossos filhos: protegê-los, cuidá-los, e ao meu ver esse sentimento de proteção deveria ser natural, até instintivo. Eu sempre coloco meus filhos na cadeirinha atrás, não porque corro o risco de levar uma multa, mas porque os amo com todas as minhas forças e não posso nem pensar se algo ruim acontecesse a eles, ainda mais se a culpa fosse minha... é culpa. Não gosto dessa palavra, afinal os pais não desejam que aconteça o pior com seus filhos, mas que palavra usar quando os próprios responsáveis pela integridade de uma criança os colocam em situação de risco? Uma criança indefesa, que nem sabe o que está acontecendo ou o risco que está correndo.
Podemos até pensar: é só até ali, rapidinho, nada vai acontecer. Se formos fazer uma pesquisa, a maioria dos acidentes acontecem assim, rapidinho, num piscar de olhos, na esquina de casa. Sem falar no fato de que muitos pais reclamam que levaram uma multa por isso.
Desculpem o desabafo, mas essas coisas me deixam realmente indignada.
Abraço
Cris

Continuando...

Todos fatores colocados foram bem lembrados, mas existem outros que são importantes destacar aqui:
- As mulheres grávidas, de maneira geral ficam lindas, pois estão, como já sabemos, "em estado de Graça". Porém, algumas em especial, tem dificuldades em lidar com o aumento de peso e consequentemente sentem-se mal com a aparência e acabam por baixar sua auto-estima. Portanto, mesmo que você perceba esse ganho de peso, jamais diga isso a ela. Pois além de não ajudar em nada, só contribui para que se sinta mal justamente num período lindo no qual, deve sentir-se bem e curtir cada minuto

- Tem muitas gestantes que não gostam de ouvir conselhos de como cuidar cuidar do bebê quando este vier ao mundo. Entâo, por mais que sua intenção seja ajudar, respeite e deixe que ela aprenda na sua vivência como mamãe. A não ser é claro, que ela solicite sua ajuda.

- Jamais julgue o comportamento do companheiro da sua amiga grávida. Lembre-se que cada qual vivencia esse período à sua maneira. Se tiver algum problema para resolver, somente o casal deve fazê-lo. Salvo se essa amiga estiver precisando e pedindo sua ajuda.

Lembrei desses aspectos, mas com certeza existe uma infinidade...

Como (não) aterrorizar uma gestante.

É incrível pensar como uma mulher que já esteve grávida pode exercer certo terrorismo naquela que está grávida no momento.

Certo dia soube da gravidez de uma amiga e fui logo a alertando: “não dê ouvidos a tudo que te disserem”. E ela me respondeu dizendo que iria instalar um “filtro auditivo!” Acho que algum inventor poderia ouvir o pedido e criar algo do gênero: um aparelho que filtrasse somente aquilo que estamos preparadas para ouvir. Particularmente no período gestacional.

No entanto, como estamos expostas a todo tipo de comentário, aqui vai um pedido a todos aqueles que convivem com uma gestante neste momento: pense bem no que você vai falar!

Nesse período a mulher está mais sensível, tem uma porção de dúvidas e precisa de tranqüilidade. Os especialistas dizem que o bebê sente tudo o que mãe sente então, por favor, se não for pela mãe que seja por essa criança que está chegando. Além do mais, as palavras geram uma energia incrível, capaz de alterar drasticamente nosso humor. Mas isso já é outro assunto...

Assim, faça algumas gentilezas para a gestante:

Se você sabe de algum caso de gravidez mal sucedida, por favor, tenha o bom senso de não comentá-lo;

Se você sabe de alguém que teve dificuldades na hora do parto, idem;

Se quando fulana ou beltrana estavam grávidas o médico disse tal coisa, esqueça, pois cada gravidez é única;

Se a futura mamãe pedir para usar o banheiro de sua casa inúmeras vezes não a deixe constrangida;

Se ela tiver uma mudança repentina de humor lembre-se: ela está grávida;

E não esqueça de cobri-la de muito carinho e amor. È tudo que se precisa nesse momento.