domingo, 17 de maio de 2009

Eu fiz / faço assim: parte 1.

Bom, como este espaço é pra gente trocar experiências, aqui vão três dicas:

- A primeira é para evitar assaduras. Ao invés de usar pomada preventiva, que em sua maioria é meio ruim de remover, eu uso amido de milho. Fiz um saquinho de pano com uma fralda e coloquei o amido lá dentro, aí depois de limpar e secar é só dar umas batidinhas no bumbum com esse saquinho. O uso do amido de milho foi recomendação da pediatra do meu filho que é homeopata;
- A segunda dica é de ordem prática. Para as mamães de primeira viagem, ainda um pouco desajeitadas pra dar banho em seu bebê, eu recomendo usar sabonete líquido e colocá-lo em um frasco com aqueles aplicadores de pressionar em cima. Por experiência própria afirmo que esse simples detalhe facilita bastante a execução da tarefa;
- A terceira e última dica de hoje também se refere à hora do banho. Eu ganhei no chá de bebê uma banheira das grandes, aquelas que não tem o suporte, então eu a colocava em cima de uma mesa alta com espaço suficiente do lado para deixar as coisas preparadas para depois deitar ali meu filhote, secá-lo e vesti-lo. Essa medida proporciona maior conforto à mamãe, uma vez que a mesa tenha a altura ideal que não cause dores nas costas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O melhor presente de Dia das Mães.

Ouvi em algum lugar por esses dias e concordo plenamente: “tudo que uma mãe quer é ver seu filho feliz, que seja honesto, de caráter, uma pessoa de bem”.
E felicidade, honestidade, caráter não se compram por aí, eles são a conseqüência de uma Educação com E maiúsculo, aquela que se costuma dizer que vem de berço. E vem mesmo! Conseguir que o filho seja assim é sinal de que a mãe conseguiu cumprir com mérito sua missão, que é tão sublime quanto desafiadora.

sábado, 25 de abril de 2009

Aconteceu comigo: gravidez surpresa!

Já que estamos nos aproximando do Dia das Mães e considerando que há mulheres que desejam tanto ter filhos, mas por um motivo ou outro não conseguem engravidar, gostaria de compartilhar com vocês um caso que aconteceu comigo.

No ano de 2003 foi diagnosticado que eu tinha um cisto em cada ovário e teria que fazer cirurgia para retirá-los. Faltava pouco para o final do ano e eu pretendia esperar as férias escolares para viajar até a cidade onde meu pai morava e então realizar o procedimento. No entanto, precisei ir às pressas para o hospital com dores horríveis e lá os médicos não sabiam certo o que fazer... Meu pai assinou um termo de responsabilidade e me levou para minha cidade natal. Chegando lá, fui imediatamente para o centro cirúrgico e, passado o efeito da anestesia, fui informada de que meus dois ovários haviam sido retirados. Segundo os médicos, fora por pouco que salvaram minha vida. Eu estava com 25 anos e foi um choque saber dessa notícia. Aos poucos fui me adaptando à idéia de não poder gerar um filho, mas devido às circunstâncias, me contava feliz por estar viva. Além disso, sempre pensei em adotar uma criança e, a partir daquele momento essa certeza ficou ainda maior.
O tempo passou, conheci meu marido e logo contei a ele que não poderia ter filhos, na mesma hora ele disse que não havia problemas, que quando chegasse o momento nós adotaríamos. No início de 2007 comecei a sentir dores abdominais e fiquei apreensiva, achando que novas complicações viriam. Fiz um ultrassom e para minha surpresa estava grávida de pouco mais de 2 meses! Foi a maior emoção da minha vida escutar aquele coraçãozinho batendo e foi impossível conter as lágrimas de agradecimento a Deus. Fui correndo contar para meu marido que começou a telefonar para a família e os amigos contando a novidade.
Tive uma gravidez super tranqüila e nosso Saulo foi se formando cercado de muito amor. Hoje ele está com 1 ano e 7 meses, é um menino lindo, risonho, carinhoso e que preenche nossos dias de felicidade.
De acordo com exames mais recentes, constatou-se que eu tenho um pedacinho do ovário esquerdo funcionando perfeitamente. Ainda não sabemos se teremos outro filho com a nossa carga genética, mas provavelmente adotaremos um no futuro.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Nossos filhos e a Páscoa.

Há pouco menos de uma semana, conversando com algumas crianças de aproximadamente 12 anos de idade, constatei, para minha surpresa, que a maioria delas não conhece o sentido cristão da Páscoa.
Quando perguntado a elas o que é a Páscoa, boa parte lembrou da troca de ovos de chocolate, mas não sabiam direito o que esses ovos tem a ver com coelhinho e muito menos onde Jesus entra nessa história.
Bom, digo que fiquei surpresa porque pra mim parece estranho que crianças de 12 anos ainda não tenham ouvido falar na ressurreição de Jesus. Será que a escola nunca contou isso a elas? Ou a escola só lhes ensina a enfeitar cestinhas e confeccionar máscaras de coelho? Elas não freqüentam uma igreja e/ou templo qualquer onde se fale em Jesus?
Tudo bem pode ser que em nenhum desses meios elas tenham tido conhecimento do sentido cristão da Páscoa mas, esperem aí, e os pais dessas crianças, nunca falaram em Jesus para elas?
Sei lá, pra mim é tão natural encaminhar os filhos a uma religião como encaminhá-los à escola. Seja lá qual for a religião, porque como disse certa vez Dalai Lama “a melhor religião é aquela que torna as pessoas melhores”.
Acho que nós, enquanto pais, podemos contribuir para a formação de uma sociedade melhor através de nosso filhos, na qual não se estimule tanto o consumismo; que se resgate o diálogo e se diga “meu filho, hoje é sexta-feira santa porque relembramos a crucificação de Jesus, que veio à terra ser um exemplo para toda a humanidade, um exemplo de Amor, embora muitos façam desse dia uma festa. Veja meu filho, que incoerência.”

E assim, caros leitores, espero que o dia de hoje seja de reflexão, de muita paz e harmonia nas famílias de vocês. Que o sentido da Páscoa toque seus corações e que, com a ajuda de Deus, possamos todos ser bons exemplos para nossos filhos.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Sexo do bebê: teste poderá ser comprado em farmácia.

Soube hoje de uma novidade para aquelas mamães ansiosas por saber o sexo do seu bebê. A partir do mês de maio deste ano estará disponível nas farmácias um teste que poderá ser realizado em casa e, em 10 minutos, saber se o bebê é menino ou menina. O teste poderá ser feito a partir da décima semana de gestação e, de acordo com o fabricante, há 90% de precisão.
O procedimento é simples: basta coletar a primeira urina da manhã e colocá-la no copo de teste, após 10 minutos o indicador de cor marcará laranja se for menina e verde se for menino.
Segundo o distribuidor no Brasil, o produto chegará ao mercado custando em torno de R$260,00 e está sendo apresentado na Abradilan Farma, evento realizado de 25 (hoje) a 27 de março em Florianópolis.

Obs. Texto elaborado com base em notícia veiculada no Jornal do Almoço do GrupoRBS de Santa Catarina, afiliada da Rede Globo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Puxa vida!!!

Hoje cheguei em casa pensativa e um tanto indignada. Como ainda tem pais que dirigem com seus filhos no colo (ainda nenês), ou mesmo, os levam no banco do carona no colo de alguém? Cena essa que não é algo incomum, pelo contrário, é muito comum... as vezes me parece que a maioria dos pais agem dessa forma. Ainda se nada acontecesse... mas infelizmente as tragédias acontecem quase que diariamente.
Nós pais, devemos zelar pelos nossos filhos: protegê-los, cuidá-los, e ao meu ver esse sentimento de proteção deveria ser natural, até instintivo. Eu sempre coloco meus filhos na cadeirinha atrás, não porque corro o risco de levar uma multa, mas porque os amo com todas as minhas forças e não posso nem pensar se algo ruim acontecesse a eles, ainda mais se a culpa fosse minha... é culpa. Não gosto dessa palavra, afinal os pais não desejam que aconteça o pior com seus filhos, mas que palavra usar quando os próprios responsáveis pela integridade de uma criança os colocam em situação de risco? Uma criança indefesa, que nem sabe o que está acontecendo ou o risco que está correndo.
Podemos até pensar: é só até ali, rapidinho, nada vai acontecer. Se formos fazer uma pesquisa, a maioria dos acidentes acontecem assim, rapidinho, num piscar de olhos, na esquina de casa. Sem falar no fato de que muitos pais reclamam que levaram uma multa por isso.
Desculpem o desabafo, mas essas coisas me deixam realmente indignada.
Abraço
Cris

Continuando...

Todos fatores colocados foram bem lembrados, mas existem outros que são importantes destacar aqui:
- As mulheres grávidas, de maneira geral ficam lindas, pois estão, como já sabemos, "em estado de Graça". Porém, algumas em especial, tem dificuldades em lidar com o aumento de peso e consequentemente sentem-se mal com a aparência e acabam por baixar sua auto-estima. Portanto, mesmo que você perceba esse ganho de peso, jamais diga isso a ela. Pois além de não ajudar em nada, só contribui para que se sinta mal justamente num período lindo no qual, deve sentir-se bem e curtir cada minuto

- Tem muitas gestantes que não gostam de ouvir conselhos de como cuidar cuidar do bebê quando este vier ao mundo. Entâo, por mais que sua intenção seja ajudar, respeite e deixe que ela aprenda na sua vivência como mamãe. A não ser é claro, que ela solicite sua ajuda.

- Jamais julgue o comportamento do companheiro da sua amiga grávida. Lembre-se que cada qual vivencia esse período à sua maneira. Se tiver algum problema para resolver, somente o casal deve fazê-lo. Salvo se essa amiga estiver precisando e pedindo sua ajuda.

Lembrei desses aspectos, mas com certeza existe uma infinidade...